Quando há prescrição médica, mas o plano recusa procedimentos como bariátrica, reparadora, ortopédica, cardíaca ou ginecológica.
Negativas relacionadas a terapias, medicamentos ou procedimentos indicados, mesmo diante de necessidade clínica.
Dificuldades com cobertura, limitação de sessões ou cobrança de coparticipação considerada excessiva.
Casos em que há necessidade imediata de cuidado, exames ou internação domiciliar e o plano não autoriza.
Formada em 2008, com especialização em Direito aplicado aos serviços de saúde pela Estácio e formação em Direito Médico pelo Instituto Paulista de Direito Médico e da Saúde (IPDMS). Atualmente, preside a comissão de Direito Médico e da Saúde da OAB Ipatinga.
O atendimento começa com a análise do seu caso e dos documentos disponíveis. A partir disso, você entende quais caminhos podem ser considerados, o que observar e como seguir com mais segurança. Cada etapa é explicada de forma clara, sem termos complicados.
Diante de uma negativa, é natural sentir dúvida ou insegurança. O primeiro passo é simples: entender o cenário com calma antes de qualquer decisão.
Depende do caso. É importante analisar a justificativa da negativa e a indicação médica para entender quais caminhos podem ser considerados.
Não. Com o que você tiver em mãos já é possível iniciar uma avaliação e orientar os próximos passos.
Situações urgentes exigem análise imediata para entender quais medidas podem ser adotadas com prioridade.
É possível avaliar a situação para entender se há caminhos relacionados a reembolso, conforme o caso.
Cada situação precisa ser analisada com base no contrato e na recomendação médica.
O prazo varia de acordo com o caso. Na avaliação inicial, você recebe uma visão mais clara sobre isso.
Não necessariamente. O primeiro contato pode ser feito de forma prática, pelo WhatsApp.